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Matéria Informe Síndico II

Postado em por mellozanon

Continuamos com bastantes projetos e reformas em condomínios da Grande Vitória, e novamente escrevemos um texto para o jornal Informe Síndico, que foi publicado na última edição, de número 84, página 9. O jornal é distribuído em condomínios, administradoras, construtoras, hotéis e shoppings centers da Grande Vitória, e nós já tivemos uma publicação anterior que postamos aqui. Desta vez, a nossa contribuição é sobre Projeto de Paisagismo para Condomínios, um tipo de projeto que estamos elaborando cada vez mais, contando com a experiência da nossa paisagista Gislaine Zanon. Segue imagem da publicação e texto transcrito abaixo.

Projeto de paisagismo para condomínios

O paisagismo em condomínios busca atender uma demanda que nem sempre visa somente embelezamento estético, mas é cada vez mais crescente o interesse por espaços de convívio coletivo e de estar. Com isso, os serviços nos jardins deixam de representar apenas “jardinagem”, como muitos ainda assim entendem, e passam por um interessante processo transformador e de transformação.

Além do estudo e especificações de plantas adequadas para as diferentes áreas do edifício, em função, principalmente, da incidência solar, o projeto pode proporcionar espaços de estar muito agradáveis, além daqueles ofertados pela cidade. É muito comum a inserção de bancos, luminárias, caminhos com diferentes texturas, tudo isso para beneficiar os moradores e usuários.

A dimensão do condomínio e a ausência de projeto prévio de área de lazer são fatores que podem solicitar a criação de ambientes em função da faixa etária que usará o espaço ou do uso que se quer dar ao mesmo, como playground, área de churrasqueira, solarium, etc. Esses, se projetados em parceria com o paisagismo, podem transformar a “cara” de um edifício antiquado, valorizando-o.

É claro que a manutenção/jardinagem é de suma importância para a sobrevivência desse jardim, ou seja, para a eficiência do projeto, uma vez que a manutenção de qualidade proporciona a longevidade do mesmo. O que consequentemente trás economia para o condomínio que evitará, assim, a substituição das espécies antes do planejado, seja por falta de controle de pragas, falta ou excesso de irrigação, poda inadequada, etc.

Em raríssimos casos, as plantas não se adaptam ao local em que foram colocadas. Elas morrem ou crescem vagarosamente sem viço em função de fatores variados. Por isso, o condomínio tem que aguardar um período hábil para que o jardim comece a se formar para depois fazer algum tipo de correção/substituição nesse sentido. É comum que os moradores fiquem ansiosos pelo jardim pronto, mas as plantas precisam de um tempo de desenvolvimento, da qual depende diretamente a plenitude do projeto em relação às texturas, aos volumes e às cores.

O resultado da transformação acontece no jardim, mas também com os próprios condôminos que passam a zelar pelo jardim “coletivo”, novo ou reformado, como se fosse o quintal de sua própria casa.

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